30 de Novembro de 2009

Osmar cutuca Beto no interior do Paraná

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Roger Pereira

O senador Osmar Dias, pré-candidato do PDT ao governo do Paraná, voltou a cutucar o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), pré-candidato ao mesmo cargo. Ontem durante a realização de mais uma etapa do Projeto Paraná (reuniões para discussão de propostas para seu plano de governo em todas as regiões do Estado), em Palotina, no Oeste, Osmar voltou a falar em honrar compromissos e a destacar sua experiência e conhecimento sobre os problemas do interior, sem citar o nome de Beto.

Ao lembrar que 70% dos investimentos públicos e privados no Estado foram destinado à Região Metropolitana de Curitiba, o que, segundo ele, pode ser a causa para 214 municípios pequenos do interior terem perdido população nos últimos anos, Osmar defendeu um melhor equilíbrio desses investimentos, destacando a vocação rural do Estado e dando a primeira alfinetada. “Não pode se colocar como pré-candidato a governador quem não tem conhecimento sobre a vocação do Estado e não sabe da desigualdade que existe entre os nossos municípios. As pessoas que moram no menor município paranaense têm o mesmo direito daquelas que vivem nas cidades maiores”, disse.

Quando comentou seu projeto de educação integral, o senador disse que não poderia prometer instalar a educação integral em todas as escolas do Estado, mas dar o início a esse processo. Disse que seria fácil fazer essa promessa, já que tem a educação integral como prioridade em seu programa, mas revelou saber que não poderá cumprir integralmente e que não assume compromissos que não pode cumprir. “Aliás, essa palavra, compromisso, anda muito esquecida na política do Paraná e do Brasil e precisa ser melhor cultivada. Quando as pessoas dão a palavra, têm de cumprir. Não vou fazer o que os outros fazem. Só vou assumir compromisso que eu possa cumprir”, disse.

Como “outros”, os interlocutores de Osmar conseguiram identificar quem, segundo ele, teria prometido apoiá-lo no ano passado mas, agora, está mudando de ideia.

O pedetista voltou a defender uma grande aliança em torno de seu projeto e recebeu novas declarações públicas de apoio. “Temos aqui hoje uma diversidade de lideranças, de várias correntes, mas que estão aqui reunidas porque entendem que estamos construindo um projeto completo para todo o Paraná. E, a partir desse projeto, tenho certeza que se formará uma grande aliança, com a participação de novas siglas e dos partidos que sempre caminharam conosco e que conhecem a palavra compromisso”, afirmou.

19 de Novembro de 2009

Governo deve vetar projeto sobre fator previdenciário

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Agência Estado
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje, ao chegar ao Ministério da Fazenda, que a tendência do governo é vetar a proposta aprovada ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que acaba com o fator previdenciário. “A linha do governo, dependendo da matéria, será vetá-la, quando ela prejudica as contas públicas”, disse.

Mantega, no entanto, destacou, que o projeto ainda não foi aprovado pelo plenário da Câmara. Ao ser indagado se o governo estava tranquilo em relação à aprovação na CCJ, ele disse que “o governo está sempre preocupado quando se trata de gastos”.

22 de Outubro de 2009

DEM pressiona para Serra ’sair da toca’ imediatamente

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Agência Estado
Por trás da pressão do DEM para que o PSDB acelere a escolha do candidato do partido à Presidência da República, está uma disputa de poder envolvendo líderes democratas e a avaliação de que o lançamento da candidatura do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), catalisará as alianças regionais. “No DEM, ninguém tem dúvida de que o candidato é o Serra. Queremos é que ele saia da toca”, diz o deputado Alceni Guerra (DEM-PR).

Integrantes do DEM não se conformam de Serra ter aberto a temporada de costuras eleitorais com um acerto bem-sucedido na Bahia, considerado “impossível”, e depois ter “se entocado”, ausentando-se das negociações em outros Estados. Foi a ação direta de Serra que consumou a aliança entre o PSDB baiano, do deputado Jutahy Júnior (um aliado local do PT), e o grupo de seu inimigo histórico - o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (BA), morto em julho de 2007.

O DEM quer trazer Serra para o jogo eleitoral aberto interessado em montar palanques amplos, que dependem do aval do candidato a presidente. Mas incomoda setores da direção nacional do DEM a autonomia do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que opera nos bastidores em parceria com o ex-presidente do partido Jorge Bornhausen.

Centrada na figura de Kassab e Bornhausen, a regional paulista do DEM tem na interlocução direta com Serra a força para fazer costuras políticas independentes da direção - algumas a ponto de colocar em risco entendimentos estaduais.

15 de Outubro de 2009

Deputado Elio Rusch critica divisão no DEM

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Paraná on Line
O líder da oposição na Assembleia Legislativa, Elio Rusch, não gosta de se posicionar sobre a divisão do partido entre as candidaturas ao governo do senador Osmar Dias (PDT) e do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). “Como o nome já diz, nós somos democratas. No final, vamos chegar a um entendimento”, disse Rusch.

6 de Outubro de 2009

Dinheiro para Jogos é investimento, não é gasto

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Agência Estado

O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não considera que sejam “gastos” os recursos que serão usados nos Jogos Olímpicos de 2016, mas sim “investimentos”. De acordo com Lula, não se deve perguntar quanto o Brasil gastará na Olimpíada, mas quanto ganhará com a realização do evento. “É acreditando assim que a gente vai fazer uma grande Olimpíada”, afirmou, no programa semanal de rádio “Café com o Presidente” que foi ao ar hoje.

Lula disse achar que é “sempre importante” se pensar no quanto se gastará para a concretização de uma competição desse porte, mas o principal, na opinião do presidente, é a “chance” que o Brasil terá de se apresentar ao mundo como “jamais” teve. “Nós estamos investindo na nossa nação, nós vamos ter de investir mais na formação profissional de atletas, nós vamos ter de construir mais coisas, melhorar ruas, melhorar o metrô, melhorar as avenidas, melhorar o transporte, ou seja, tudo isso é investimento para a Olimpíada, mas, ao mesmo tempo, são investimentos que vão permitir a melhoria da qualidade de vida do povo da cidade do Rio de Janeiro”, disse. O presidente mencionou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e lembrou que o governo fará um PAC específico para a Copa do Mundo de 2014.

Segundo Lula, o País tem o direito de celebrar a conquista dos Jogos Olímpicos, antes de pensar nos próximos passos. “Mas nós temos agora um tempo para começar a preparar, nos três níveis de governo, prefeitura, governo estadual, governo federal, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), nós vamos começar agora, a discussão de como nós vamos preparar (a Olimpíada)”, declarou.

O presidente lembrou que, antes dos Jogos Olímpicos, o Brasil sediará a Copa do Mundo de 2014, que, conforme ele, exigirá “quase que o mesmo tanto de trabalho que vão exigir as Olimpíadas”. “Quando nós estivermos preparando o Brasil para a Copa do Mundo, certamente que todas as obras que a gente fizer para a Copa do Mundo, com exceção da quantidade de estádios, vão servir (as obras) para as Olimpíadas.”

6 de Outubro de 2009

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

4 de Outubro de 2009

Calendário eleitoral para 2010 já está em vigor

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Roger Pereira
Encerrou ontem, também, o prazo para os potenciais candidatos às eleições de 2010 regularizarem o domicílio eleitoral no estado em que querem concorrer e para as legendas interessadas na disputa obterem o registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de hoje começa a valer o calendário eleitoral de 2010. Partidos, candidatos e eleitores têm de ficar atentos a uma série de datas e prazos para estarem em dia com a Justiça Eleitoral no dia 3 de outubro de 2010, quando serão eleitos o novo presidente da República, governadores, senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais. A partir de 1º de janeiro do ano que vem, qualquer pesquisa de opinião relativa às eleições precisa ser registrada junto à Justiça Eleitoral. Os aspirantes a candidato que encontram-se em algum cargo que o incompatibilize com a disputa eleitoral, têm até o dia 03 de abril para desincompatibilizar. No dia 5 de maio, acaba o prazo para o eleitor requerer inscrição eleitoral ou transferência de domicílio. O mês de junho é destinado às convenções partidárias e no dia 5 de julho, expira o prazo para o registro das candidaturas. (RP)

4 de Outubro de 2009

Peemedebistas veem aliados como rivais

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Reportagem de Roger Pereira

Acabou a “janela”. Quem pretende disputar algum mandato nas eleições do ano que vem não pode mais trocar de partido ou se filiar a um, caso não tenha legenda. Para concorrer nas eleições do ano que vem, o candidato precisa estar filiado há, pelo menos, um ano no partido pelo qual disputará. Prazo que acabou ontem, pois, agora, faltam 364 dias para a eleição. E mesmo com a Resolução sobre fidelidade partidária, do Tribunal Superior Eleitoral, que expõe os mandatos dos políticos que trocarem de partido, o período que antecedeu o encerramento do prazo para filiações foi de intensa mudança. Prefeitos, vereadores e lideranças políticas do interior do Estado não se preocuparam muito com a possível perda de mandato e movimentaram a dança de partidos, que também atingiu o Senado, a Câmara Federal e o governo do Estado.

Dois membros do primeiro escalão do governo estadual, por exemplo, deixaram o PMDB para buscar uma legenda em que terão mais chance de eleição. Como o partido do governador Roberto Requião tem as maiores bancadas do Estado, com 18 deputados estaduais e sete deputados federais, e praticamente todos pretendem a reeleição, fica difícil um novo nome eleger-se pela sigla. Assim, o presidente do Tecpar, Aldair Rizi, e o secretário de Meio Ambiente, Raska Rodrigues, preferiram deixar o partido, filiando-se, respectivamente, ao PSB e ao PV.

O líder do governo na Assembleia e 1º vice-presidente do PMDB do Paraná, o deputado Luiz Cláudio Romanelli reprovou a atitude dos ex-colegas. “Para mim, isso é oportunismo eleitoral. São pessoas importantes dentro do partido e com cargos relevantes no governo, que estão deixando o partido por um interesse pessoal, por uma aventura eleitoral. Se não tem representatividade para conseguir votos neste partido, que não dispute a eleição”, disse o deputado, revelando que a saída dos dois secretários já foi discutida dentro do diretório do partido. “O PMDB não pode fazer nada contra eles agora, mas eles que não esperem que sejamos benevolentes depois que passar essa aventura”, comentou. Sobre uma possível saída deles do governo, Romanelli disse que depende de uma decisão pessoal do governador Roberto Requião. “Ele é o governador, se fosse eu, não aceitaria essa situação”, declarou.

Já o PSDB, que terá candidatura própria à Presidência de República e ao governo do Estado, buscou reforços para turbinar suas chapas federal e estadual. Nesta última semana ingressaram ao ninho tucano o senador Flávio Arns (ex-PT) e o secretário municipal Antidrogas, Fernando Francischini (ex-PP), que deverão disputar uma vaga na Câmara Federal, além do deputado Mauro Moraes (ex-PMDB) e do vereador Professor Galdino (ex-PV), que concorrerão à Assembleia Legislativa.

Outros nomes importantes da política paranaense também disputarão as eleições do ano que vem por uma nova legenda. Natálio Stica, diretor comercial da Sanepar, deixou o PT e filiou-se ao PV. A ex-vice-governadora Emília Belinati trocou o DEM pelo PSB e o ex-secretário geral do PSC, Lineu Tomás, mudou-se para o PMN, partido pelo qual pretende disputar o governo do Estado.

25 de Setembro de 2009

Campanha de Dilma na Web terá marqueteiro de Obama

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Por Stuart Grudgings

RIO (Reuters) - O homem que liderou a estratégia revolucionária de Internet de Barack Obama durante a campanha presidencial do ano passado acredita que métodos semelhantes podem transformar a política no Brasil e ajudar a eleger a primeira presidente mulher no país.

A empresa de Ben Self, Blue State Digital, foi contratada como consultora para uma estratégia online da campanha da ministra Dilma Rousseff, que provavelmente será a candidata do PT na eleição presidencial de 2010.

Como chefe da campanha digital de Obama, Self foi essencial na criação de uma enorme base de apoio que ajudou a levar Obama à Casa Branca e levantar 500 milhões de dólares para a campanha online do democrata, número recorde de doações.

“Engajamento político desse nível nos Estados Unidos também é algo novo”, disse à Reuters em entrevista por telefone, de Washington. “Não há porque esse tipo de engajamento político não ser aplicado em outros países”.

Self, que visitou Brasília este mês para encontro com Dilma, afirmou que sua companhia está trabalhando com uma parceira local para ajudar o PT a planejar a campanha, e que deve ter um papel maior quando a campanha começar de fato.

A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, parece precisar da mágica de Obama.

Dilma, que não tem o carisma do popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está bem atrás do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas de opinião, e parece faltar uma mensagem estimulante, como os gritos por mudança da campanha “change” de Obama que inspiraram seus eleitores.

Self não quis comentar as qualidades de Dilma como candidata, mas disse acreditar que a Internet, atualmente, é pouco usada como ferramenta de campanha no Brasil, e que ela poderia ser usada de forma eficiente para ajudar a campanha da ministra.

Seu envolvimento segue o debate nacional travado no Congresso sobre o uso da Internet em campanhas, com deputados estudando mudanças nas lei eleitorais para restringi-lo.

Lula, que tem que chancelar qualquer proposta de lei aprovada pelo Congresso, tem apoiado publicamente o uso irrestrito da Internet em campanhas eleitorais.

CRESCE O ACESSO À INTERNET

Embora milhões de brasileiros ainda não possuam acesso direto à Internet, este acesso vem crescendo bastante nos últimos anos, com o bom crescimento econômico do governo Lula ajudando milhões a saírem da pobreza para a nova classe média.

“Claramente, há uma grande parcela da população no Brasil que têm acesso à Internet –de 60 a 70 milhões, dependendo da pesquisa”, disse Self. “É um grande grupo de pessoas do qual tirar adeptos”.

Entre os obstáculos enfrentados por esse plano de arrecadação pela Internet no Brasil está o parco uso de cartões de crédito e a corrupção, que continua forte na política e pode impedir doações.

Assim como nos EUA, a estratégia no Brasil provavelmente buscará voluntários com entusiasmo e acesso à Internet, que serão encorajados a estimular o boca-a-boca em seus bairros e convencer eleitores a votarem em Dilma.

“Os detalhes ainda devem mudar em relação à arrecadação, à organização. Mas a base do plano é criar um relacionamento bem sucedido a longo prazo entre a população e os candidatos do partido”, disse Self.

Durante a campanha norte-americana, por exemplo, eleitores de Obama podiam baixar listas de pessoas em seus bairros que seriam alvos potenciais para votos e doações.

“Talvez isso funcione no Brasil e talvez não funcione, mas é o tipo de ideia, como pegar um apoiador da Internet e transformá-lo em ação política”, disse.

23 de Setembro de 2009

Dilma apresenta maior índice de rejeição, 40%

Publicado por Elizabeth em Sem Categoria

Agência Estado
A pesquisa CNI/Ibope divulgada no fim desta manhã mostrou que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) têm os maiores índices de rejeição, com 40% dos entrevistados dizendo não votariam em nenhuma delas para presidente. A menor rejeição é a do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 30%. O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem 33% de rejeição, enquanto o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e a senadora Marina Silva (PV-AC) têm 37% cada.

A pesquisa também perguntou sobre quais áreas seriam prioritárias para o próximo presidente, sendo que os entrevistados poderiam apontar até três itens como temas principais para a próxima gestão. Nessa pesquisa, saúde apareceu em primeiro lugar com 59%, seguida de educação, com 44%, e empregos, com 35%. Segurança pública veio na sequência com 30%. Completam a lista: drogas (19%), combate à corrupção (18%), salários (15%) e fome/miséria (13%). Habitação e agricultura vieram na sequência, com 8% e 7%, respectivamente.

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