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	<title>Blog BDR</title>
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	<description>Bloco Democrático Reformista</description>
	<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 00:35:42 +0000</pubDate>
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		<title>Osmar cutuca Beto no interior do Paraná</title>
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		<pubDate>Tue, 01 Dec 2009 00:35:42 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Roger Pereira 
O senador Osmar Dias, pré-candidato do PDT ao governo do Paraná, voltou a cutucar o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), pré-candidato ao mesmo cargo. Ontem durante a realização de mais uma etapa do Projeto Paraná (reuniões para discussão de propostas para seu plano de governo em todas as regiões do Estado), em [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roger Pereira </p>
<p>O senador Osmar Dias, pré-candidato do PDT ao governo do Paraná, voltou a cutucar o prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB), pré-candidato ao mesmo cargo. Ontem durante a realização de mais uma etapa do Projeto Paraná (reuniões para discussão de propostas para seu plano de governo em todas as regiões do Estado), em Palotina, no Oeste, Osmar voltou a falar em honrar compromissos e a destacar sua experiência e conhecimento sobre os problemas do interior, sem citar o nome de Beto.</p>
<p>Ao lembrar que 70% dos investimentos públicos e privados no Estado foram destinado à Região Metropolitana de Curitiba, o que, segundo ele, pode ser a causa para 214 municípios pequenos do interior terem perdido população nos últimos anos, Osmar defendeu um melhor equilíbrio desses investimentos, destacando a vocação rural do Estado e dando a primeira alfinetada. &#8220;Não pode se colocar como pré-candidato a governador quem não tem conhecimento sobre a vocação do Estado e não sabe da desigualdade que existe entre os nossos municípios. As pessoas que moram no menor município paranaense têm o mesmo direito daquelas que vivem nas cidades maiores&#8221;, disse. </p>
<p>Quando comentou seu projeto de educação integral, o senador disse que não poderia prometer instalar a educação integral em todas as escolas do Estado, mas dar o início a esse processo. Disse que seria fácil fazer essa promessa, já que tem a educação integral como prioridade em seu programa, mas revelou saber que não poderá cumprir integralmente e que não assume compromissos que não pode cumprir. &#8220;Aliás, essa palavra, compromisso, anda muito esquecida na política do Paraná e do Brasil e precisa ser melhor cultivada. Quando as pessoas dão a palavra, têm de cumprir. Não vou fazer o que os outros fazem. Só vou assumir compromisso que eu possa cumprir&#8221;, disse. </p>
<p>Como &#8220;outros&#8221;, os interlocutores de Osmar conseguiram identificar quem, segundo ele, teria prometido apoiá-lo no ano passado mas, agora, está mudando de ideia.</p>
<p>O pedetista voltou a defender uma grande aliança em torno de seu projeto e recebeu novas declarações públicas de apoio. &#8220;Temos aqui hoje uma diversidade de lideranças, de várias correntes, mas que estão aqui reunidas porque entendem que estamos construindo um projeto completo para todo o Paraná. E, a partir desse projeto, tenho certeza que se formará uma grande aliança, com a participação de novas siglas e dos partidos que sempre caminharam conosco e que conhecem a palavra compromisso&#8221;, afirmou.</p>
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		<title>Governo deve vetar projeto sobre fator previdenciário</title>
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		<pubDate>Thu, 19 Nov 2009 20:52:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Agência  Estado
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje, ao chegar ao Ministério da Fazenda, que a tendência do governo é vetar a proposta aprovada ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que acaba com o fator previdenciário. &#8220;A linha do governo, dependendo da matéria, será vetá-la, quando ela prejudica as [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agência  Estado<br />
O ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse hoje, ao chegar ao Ministério da Fazenda, que a tendência do governo é vetar a proposta aprovada ontem na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara que acaba com o fator previdenciário. &#8220;A linha do governo, dependendo da matéria, será vetá-la, quando ela prejudica as contas públicas&#8221;, disse.</p>
<p>Mantega, no entanto, destacou, que o projeto ainda não foi aprovado pelo plenário da Câmara. Ao ser indagado se o governo estava tranquilo em relação à aprovação na CCJ, ele disse que &#8220;o governo está sempre preocupado quando se trata de gastos&#8221;.</p>
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		<title>DEM pressiona para Serra &#8217;sair da toca&#8217; imediatamente</title>
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		<pubDate>Fri, 23 Oct 2009 00:17:44 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Agência Estado
Por trás da pressão do DEM para que o PSDB acelere a escolha do candidato do partido à Presidência da República, está uma disputa de poder envolvendo líderes democratas e a avaliação de que o lançamento da candidatura do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), catalisará as alianças regionais. &#8220;No DEM, ninguém tem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agência Estado<br />
Por trás da pressão do DEM para que o PSDB acelere a escolha do candidato do partido à Presidência da República, está uma disputa de poder envolvendo líderes democratas e a avaliação de que o lançamento da candidatura do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), catalisará as alianças regionais. &#8220;No DEM, ninguém tem dúvida de que o candidato é o Serra. Queremos é que ele saia da toca&#8221;, diz o deputado Alceni Guerra (DEM-PR).</p>
<p>Integrantes do DEM não se conformam de Serra ter aberto a temporada de costuras eleitorais com um acerto bem-sucedido na Bahia, considerado &#8220;impossível&#8221;, e depois ter &#8220;se entocado&#8221;, ausentando-se das negociações em outros Estados. Foi a ação direta de Serra que consumou a aliança entre o PSDB baiano, do deputado Jutahy Júnior (um aliado local do PT), e o grupo de seu inimigo histórico - o ex-senador Antonio Carlos Magalhães (BA), morto em julho de 2007.</p>
<p>O DEM quer trazer Serra para o jogo eleitoral aberto interessado em montar palanques amplos, que dependem do aval do candidato a presidente. Mas incomoda setores da direção nacional do DEM a autonomia do prefeito de São Paulo, Gilberto Kassab, que opera nos bastidores em parceria com o ex-presidente do partido Jorge Bornhausen.</p>
<p> Centrada na figura de Kassab e Bornhausen, a regional paulista do DEM tem na interlocução direta com Serra a força para fazer costuras políticas independentes da direção - algumas a ponto de colocar em risco entendimentos estaduais.</p>
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		<title>Deputado Elio Rusch critica divisão no DEM</title>
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		<pubDate>Thu, 15 Oct 2009 02:25:03 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Paraná on Line
O líder da oposição na Assembleia Legislativa, Elio Rusch, não gosta de se posicionar sobre a divisão do partido entre as candidaturas ao governo do senador Osmar Dias (PDT) e do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). “Como o nome já diz, nós somos democratas. No final, vamos chegar a um entendimento”, disse [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Paraná on Line<br />
O líder da oposição na Assembleia Legislativa, Elio Rusch, não gosta de se posicionar sobre a divisão do partido entre as candidaturas ao governo do senador Osmar Dias (PDT) e do prefeito de Curitiba, Beto Richa (PSDB). “Como o nome já diz, nós somos democratas. No final, vamos chegar a um entendimento”, disse Rusch.</p>
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		<title>Dinheiro para Jogos é investimento, não é gasto</title>
		<link>http://blog.ppspr.org.br/2009/10/06/dinheiro-para-jogos-e-investimento-nao-e-gasto/</link>
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		<pubDate>Wed, 07 Oct 2009 00:02:53 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Agência Estado 
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não considera que sejam &#8220;gastos&#8221; os recursos que serão usados nos Jogos Olímpicos de 2016, mas sim &#8220;investimentos&#8221;. De acordo com Lula, não se deve perguntar quanto o Brasil gastará na Olimpíada, mas quanto ganhará com a realização do evento. &#8220;É acreditando assim que [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agência Estado </p>
<p>O presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que não considera que sejam &#8220;gastos&#8221; os recursos que serão usados nos Jogos Olímpicos de 2016, mas sim &#8220;investimentos&#8221;. De acordo com Lula, não se deve perguntar quanto o Brasil gastará na Olimpíada, mas quanto ganhará com a realização do evento. &#8220;É acreditando assim que a gente vai fazer uma grande Olimpíada&#8221;, afirmou, no programa semanal de rádio &#8220;Café com o Presidente&#8221; que foi ao ar hoje.</p>
<p>Lula disse achar que é &#8220;sempre importante&#8221; se pensar no quanto se gastará para a concretização de uma competição desse porte, mas o principal, na opinião do presidente, é a &#8220;chance&#8221; que o Brasil terá de se apresentar ao mundo como &#8220;jamais&#8221; teve. &#8220;Nós estamos investindo na nossa nação, nós vamos ter de investir mais na formação profissional de atletas, nós vamos ter de construir mais coisas, melhorar ruas, melhorar o metrô, melhorar as avenidas, melhorar o transporte, ou seja, tudo isso é investimento para a Olimpíada, mas, ao mesmo tempo, são investimentos que vão permitir a melhoria da qualidade de vida do povo da cidade do Rio de Janeiro&#8221;, disse. O presidente mencionou o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e lembrou que o governo fará um PAC específico para a Copa do Mundo de 2014.</p>
<p>Segundo Lula, o País tem o direito de celebrar a conquista dos Jogos Olímpicos, antes de pensar nos próximos passos. &#8220;Mas nós temos agora um tempo para começar a preparar, nos três níveis de governo, prefeitura, governo estadual, governo federal, o Comitê Olímpico Brasileiro (COB), nós vamos começar agora, a discussão de como nós vamos preparar (a Olimpíada)&#8221;, declarou.</p>
<p>O presidente lembrou que, antes dos Jogos Olímpicos, o Brasil sediará a Copa do Mundo de 2014, que, conforme ele, exigirá &#8220;quase que o mesmo tanto de trabalho que vão exigir as Olimpíadas&#8221;. &#8220;Quando nós estivermos preparando o Brasil para a Copa do Mundo, certamente que todas as obras que a gente fizer para a Copa do Mundo, com exceção da quantidade de estádios, vão servir (as obras) para as Olimpíadas.&#8221;</p>
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		<title></title>
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		<pubDate>Tue, 06 Oct 2009 23:57:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<title>Calendário eleitoral para 2010 já está em vigor</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 14:06:30 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Roger Pereira
Encerrou ontem, também, o prazo para os potenciais candidatos às eleições de 2010 regularizarem o domicílio eleitoral no estado em que querem concorrer e para as legendas interessadas na disputa obterem o registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de hoje começa a valer o calendário eleitoral de 2010. Partidos, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Roger Pereira<br />
Encerrou ontem, também, o prazo para os potenciais candidatos às eleições de 2010 regularizarem o domicílio eleitoral no estado em que querem concorrer e para as legendas interessadas na disputa obterem o registro de seus estatutos no Tribunal Superior Eleitoral (TSE). A partir de hoje começa a valer o calendário eleitoral de 2010. Partidos, candidatos e eleitores têm de ficar atentos a uma série de datas e prazos para estarem em dia com a Justiça Eleitoral no dia 3 de outubro de 2010, quando serão eleitos o novo presidente da República, governadores, senadores, além de deputados federais, estaduais e distritais. A partir de 1º de janeiro do ano que vem, qualquer pesquisa de opinião relativa às eleições precisa ser registrada junto à Justiça Eleitoral. Os aspirantes a candidato que encontram-se em algum cargo que o incompatibilize com a disputa eleitoral, têm até o dia 03 de abril para desincompatibilizar. No dia 5 de maio, acaba o prazo para o eleitor requerer inscrição eleitoral ou transferência de domicílio. O mês de junho é destinado às convenções partidárias e no dia 5 de julho, expira o prazo para o registro das candidaturas. (RP)</p>
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		<title>Peemedebistas veem aliados como rivais</title>
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		<pubDate>Sun, 04 Oct 2009 14:04:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Reportagem de Roger Pereira
Acabou a &#8220;janela&#8221;. Quem pretende disputar algum mandato nas eleições do ano que vem não pode mais trocar de partido ou se filiar a um, caso não tenha legenda. Para concorrer nas eleições do ano que vem, o candidato precisa estar filiado há, pelo menos, um ano no partido pelo qual disputará. [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Reportagem de Roger Pereira</p>
<p>Acabou a &#8220;janela&#8221;. Quem pretende disputar algum mandato nas eleições do ano que vem não pode mais trocar de partido ou se filiar a um, caso não tenha legenda. Para concorrer nas eleições do ano que vem, o candidato precisa estar filiado há, pelo menos, um ano no partido pelo qual disputará. Prazo que acabou ontem, pois, agora, faltam 364 dias para a eleição. E mesmo com a Resolução sobre fidelidade partidária, do Tribunal Superior Eleitoral, que expõe os mandatos dos políticos que trocarem de partido, o período que antecedeu o encerramento do prazo para filiações foi de intensa mudança. Prefeitos, vereadores e lideranças políticas do interior do Estado não se preocuparam muito com a possível perda de mandato e movimentaram a dança de partidos, que também atingiu o Senado, a Câmara Federal e o governo do Estado.</p>
<p>Dois membros do primeiro escalão do governo estadual, por exemplo, deixaram o PMDB para buscar uma legenda em que terão mais chance de eleição. Como o partido do governador Roberto Requião tem as maiores bancadas do Estado, com 18 deputados estaduais e sete deputados federais, e praticamente todos pretendem a reeleição, fica difícil um novo nome eleger-se pela sigla. Assim, o presidente do Tecpar, Aldair Rizi, e o secretário de Meio Ambiente, Raska Rodrigues, preferiram deixar o partido, filiando-se, respectivamente, ao PSB e ao PV.</p>
<p>O líder do governo na Assembleia e 1º vice-presidente do PMDB do Paraná, o deputado Luiz Cláudio Romanelli reprovou a atitude dos ex-colegas. &#8220;Para mim, isso é oportunismo eleitoral. São pessoas importantes dentro do partido e com cargos relevantes no governo, que estão deixando o partido por um interesse pessoal, por uma aventura eleitoral. Se não tem representatividade para conseguir votos neste partido, que não dispute a eleição&#8221;, disse o deputado, revelando que a saída dos dois secretários já foi discutida dentro do diretório do partido. &#8220;O PMDB não pode fazer nada contra eles agora, mas eles que não esperem que sejamos benevolentes depois que passar essa aventura&#8221;, comentou. Sobre uma possível saída deles do governo, Romanelli disse que depende de uma decisão pessoal do governador Roberto Requião. &#8220;Ele é o governador, se fosse eu, não aceitaria essa situação&#8221;, declarou.</p>
<p>Já o PSDB, que terá candidatura própria à Presidência de República e ao governo do Estado, buscou reforços para turbinar suas chapas federal e estadual. Nesta última semana ingressaram ao ninho tucano o senador Flávio Arns (ex-PT) e o secretário municipal Antidrogas, Fernando Francischini (ex-PP), que deverão disputar uma vaga na Câmara Federal, além do deputado Mauro Moraes (ex-PMDB) e do vereador Professor Galdino (ex-PV), que concorrerão à Assembleia Legislativa. </p>
<p>Outros nomes importantes da política paranaense também disputarão as eleições do ano que vem por uma nova legenda. Natálio Stica, diretor comercial da Sanepar, deixou o PT e filiou-se ao PV. A ex-vice-governadora Emília Belinati trocou o DEM pelo PSB e o ex-secretário geral do PSC, Lineu Tomás, mudou-se para o PMN, partido pelo qual pretende disputar o governo do Estado.</p>
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		<title>Campanha de Dilma na Web terá marqueteiro de Obama</title>
		<link>http://blog.ppspr.org.br/2009/09/25/campanha-de-dilma-na-web-tera-marqueteiro-de-obama/</link>
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		<pubDate>Sat, 26 Sep 2009 01:55:28 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
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		<description><![CDATA[Por Stuart Grudgings
RIO (Reuters) - O homem que liderou a estratégia revolucionária de Internet de Barack Obama durante a campanha presidencial do ano passado acredita que métodos semelhantes podem transformar a política no Brasil e ajudar a eleger a primeira presidente mulher no país.
A empresa de Ben Self, Blue State Digital, foi contratada como consultora [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Por Stuart Grudgings</p>
<p>RIO (Reuters) - O homem que liderou a estratégia revolucionária de Internet de Barack Obama durante a campanha presidencial do ano passado acredita que métodos semelhantes podem transformar a política no Brasil e ajudar a eleger a primeira presidente mulher no país.</p>
<p>A empresa de Ben Self, Blue State Digital, foi contratada como consultora para uma estratégia online da campanha da ministra Dilma Rousseff, que provavelmente será a candidata do PT na eleição presidencial de 2010.</p>
<p>Como chefe da campanha digital de Obama, Self foi essencial na criação de uma enorme base de apoio que ajudou a levar Obama à Casa Branca e levantar 500 milhões de dólares para a campanha online do democrata, número recorde de doações.</p>
<p>&#8220;Engajamento político desse nível nos Estados Unidos também é algo novo&#8221;, disse à Reuters em entrevista por telefone, de Washington. &#8220;Não há porque esse tipo de engajamento político não ser aplicado em outros países&#8221;.</p>
<p>Self, que visitou Brasília este mês para encontro com Dilma, afirmou que sua companhia está trabalhando com uma parceira local para ajudar o PT a planejar a campanha, e que deve ter um papel maior quando a campanha começar de fato.</p>
<p>A ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, parece precisar da mágica de Obama.</p>
<p>Dilma, que não tem o carisma do popular presidente Luiz Inácio Lula da Silva, está bem atrás do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), nas pesquisas de opinião, e parece faltar uma mensagem estimulante, como os gritos por mudança da campanha &#8220;change&#8221; de Obama que inspiraram seus eleitores.</p>
<p>Self não quis comentar as qualidades de Dilma como candidata, mas disse acreditar que a Internet, atualmente, é pouco usada como ferramenta de campanha no Brasil, e que ela poderia ser usada de forma eficiente para ajudar a campanha da ministra.</p>
<p>Seu envolvimento segue o debate nacional travado no Congresso sobre o uso da Internet em campanhas, com deputados estudando mudanças nas lei eleitorais para restringi-lo.</p>
<p>Lula, que tem que chancelar qualquer proposta de lei aprovada pelo Congresso, tem apoiado publicamente o uso irrestrito da Internet em campanhas eleitorais.</p>
<p>CRESCE O ACESSO À INTERNET</p>
<p>Embora milhões de brasileiros ainda não possuam acesso direto à Internet, este acesso vem crescendo bastante nos últimos anos, com o bom crescimento econômico do governo Lula ajudando milhões a saírem da pobreza para a nova classe média.</p>
<p>&#8220;Claramente, há uma grande parcela da população no Brasil que têm acesso à Internet &#8211;de 60 a 70 milhões, dependendo da pesquisa&#8221;, disse Self. &#8220;É um grande grupo de pessoas do qual tirar adeptos&#8221;.</p>
<p>Entre os obstáculos enfrentados por esse plano de arrecadação pela Internet no Brasil está o parco uso de cartões de crédito e a corrupção, que continua forte na política e pode impedir doações.</p>
<p>Assim como nos EUA, a estratégia no Brasil provavelmente buscará voluntários com entusiasmo e acesso à Internet, que serão encorajados a estimular o boca-a-boca em seus bairros e convencer eleitores a votarem em Dilma.</p>
<p>&#8220;Os detalhes ainda devem mudar em relação à arrecadação, à organização. Mas a base do plano é criar um relacionamento bem sucedido a longo prazo entre a população e os candidatos do partido&#8221;, disse Self.</p>
<p>Durante a campanha norte-americana, por exemplo, eleitores de Obama podiam baixar listas de pessoas em seus bairros que seriam alvos potenciais para votos e doações.</p>
<p>&#8220;Talvez isso funcione no Brasil e talvez não funcione, mas é o tipo de ideia, como pegar um apoiador da Internet e transformá-lo em ação política&#8221;, disse.</p>
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		<title>Dilma apresenta maior índice de rejeição, 40%</title>
		<link>http://blog.ppspr.org.br/2009/09/23/dilma-apresenta-maior-indice-de-rejeicao-40/</link>
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		<pubDate>Wed, 23 Sep 2009 02:10:32 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Elizabeth</dc:creator>
		
		<category>Sem Categoria</category>

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		<description><![CDATA[Agência Estado
A pesquisa CNI/Ibope divulgada no fim desta manhã mostrou que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) têm os maiores índices de rejeição, com 40% dos entrevistados dizendo não votariam em nenhuma delas para presidente. A menor rejeição é a do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Agência Estado<br />
A pesquisa CNI/Ibope divulgada no fim desta manhã mostrou que a ministra-chefe da Casa Civil, Dilma Rousseff, e a ex-senadora Heloísa Helena (PSOL) têm os maiores índices de rejeição, com 40% dos entrevistados dizendo não votariam em nenhuma delas para presidente. A menor rejeição é a do governador de São Paulo, José Serra (PSDB), com 30%. O deputado federal Ciro Gomes (PSB-CE) tem 33% de rejeição, enquanto o governador de Minas Gerais, Aécio Neves (PSDB), e a senadora Marina Silva (PV-AC) têm 37% cada.</p>
<p>A pesquisa também perguntou sobre quais áreas seriam prioritárias para o próximo presidente, sendo que os entrevistados poderiam apontar até três itens como temas principais para a próxima gestão. Nessa pesquisa, saúde apareceu em primeiro lugar com 59%, seguida de educação, com 44%, e empregos, com 35%. Segurança pública veio na sequência com 30%. Completam a lista: drogas (19%), combate à corrupção (18%), salários (15%) e fome/miséria (13%). Habitação e agricultura vieram na sequência, com 8% e 7%, respectivamente.</p>
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